terça-feira, 30 de agosto de 2016

Rio Este nos Galos

O QUE TÊM DE COMUM ESTAS IMAGENS?
Revestimento do muro na margem do Rio Lima em Ponte de Lima
Um rio e edifícios. Porém, o efeito final é antagónico.
A superior é de Ponte de Lima, junto à ponte.
As duas inferiores são de Braga, junto ao rio Este, perto da fonte dos Galos. As casas/barraca degradadas e o tipo de vegetação (silvas, plantas invasoras, etc.), denunciam o abandono a que está sujeita esta zona que, em tempos, foi um local de referência da nossa cidade. Ainda o é nas festas de São João. 
Braga, junto ao rio Este, perto da fonte dos Galos. As casas/barraca degradadas e o tipo de vegetação (silvas, plantas invasoras, etc.), denunciam o abandono a que está sujeita esta zona que, em tempos, foi um local de referência da nossa cidade. 
No rio Este foram realizadas obras há muito necessárias, mas tarda a reabilitação dos Galos! Falhou também um aspeto essencial: garantir a vegetação ribeirinha. Árvores e arbustos característicos de zonas ribeirinhas podiam ser plantados de modo a constituir uma sebe e, facilmente, criar um painel de fundo que minimizasse o mau aspeto desta zona.
Sabemos que o Vereador do Ambiente, Altino Bessa, está envolvido no Projeto Rios e, como tal, estranhamos que nada tenha feito para resolver estes problemas.
Fica o alerta.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Manuais Escolares


A aquisição de manuais é preocupação para muitas famílias, em especial quando a criança/jovem não é abrangida por subsídio escolar.
No ano letivo que agora inicia os manuais escolares serão gratuitos para os alunos que vão frequentar o 1º ano. Em Braga, o Município tornou público que “continuará a fornecer os livros de fichas do 1.º ano aos alunos de escalão A e B(..) e a assumir a atribuição dos manuais escolares do 2.º, 3.º e 4.º ano, a todos os alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico da rede pública e privada.”
O preço médio dos manuais escolares novos, que se encontram à venda nas livrarias, foi divulgado pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL):
1º ciclo: 34,7 €
5º ano: 151,5 €
6º ano: 112 €
7º ano: 258 €
8º ano: 153 €
9º ano: 156 €
10º ano: 183 €
11º ano: 194 €
12º ano: 147 €

Mas há outras soluções a que as famílias podem recorrer: a reutilização de manuais que um familiar ou amigo deixou de usar, a troca e, ainda, a compra  através de empresa digital que se dedica ao negócio de manuais usados.




quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Cinema São Geraldo

Completam-se hoje 100 anos sobre a autorização camarária para a construção do Salão Recreativo/S. Geraldo! Aquela quarta-feira de 25 de Agosto de 1916 mudou a história de Braga e permitiu que muitos milhares de pessoas ao longo de várias gerações se divertissem com a magia das artes como só os teatros nos sabem proporcionar. Não sabemos ao certo qual foi o primeiro evento, mas em 1924 havia atividade regular. No palco, que ainda hoje lá está, decorreram as mais variadas iniciativas: música e orquestras, cinema mudo, depois sonoro e a cores, teatro amador e profissional, circo e variedades, conferências - católicas mas também republicanas e da oposição -, festivais, congressos, reuniões e debates e até grandes jantares e festas empresariais.
Viveu e acompanhou as vicissitudes do Séc. XX português: o fim conturbado da 1ª República, a censura e o pensamento único do Estado Novo e a liberdade após o 25 de Abril que trouxe os filmes antes proibidos e os comícios partidários democráticos. O Salão Recreativo/S. Geraldo é desde há 100 anos a segunda casa de espetáculos de Braga. O desejo neste centenário é que se sigam mais 100 anos a encantar bracarenses!
NOTA: estará brevemente em votação no Orçamento Participativo 2017 uma proposta de Comemoração digna deste Centenário! Longa vida ao S. Geraldo!

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Braga será capaz de corresponder?


Praias, património, gastronomia e uma cultura identitária, associadas a uma melhor divulgação turística das potencialidades de Portugal,  conseguiram, finalmente, melhor os resultados no setor turístico.
Em Braga seremos capazes de estabelecer como prioridade o investimento na valorização dos recursos locais (ex. Teatro Romano, Termas das Carvalheiras,  Sala de Espetáculos S. Geraldo;  reabilitação do edificado centenário, etc.) e apostar, com rigor, em iniciativas emblemáticas associadas ao que de mais genuíno possuímos, numa linha bem definida e com base nos principais valores locais? 
Teremos capacidade e interesse político para valorizar o património (história, música erudita  popular, gastronomia, artesanato, etc.), ambiente e paisagem, uma vez que são recursos que herdamos do passado e fazem a diferença em relação a outras regiões do país?
Selecionar o melhor, realizar com rigor, calendarizar no tempo e divulgar com antecedência, é o desafio que esta nova realidade coloca  às cidades. 
Braga será capaz de corresponder?

sábado, 20 de agosto de 2016

19 ago 16


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